Blog de recrutamento e seleção da Reachr
  • Home
  • Carreiras
    • Dicas
    • Materiais para alavancar sua carreira
    • Estagiários
    • Profissionais de TI
  • Empresarial
    • Dicas
    • Material Rico para o seu RH
    • RH
    • Recrutamento e Seleção
    • Vídeos
  • Imprensa & Eventos
  • Agende uma Demonstração
Blog de recrutamento e seleção da Reachr
  • Home
  • Carreiras
    • Dicas
    • Materiais para alavancar sua carreira
    • Estagiários
    • Profissionais de TI
  • Empresarial
    • Dicas
    • Material Rico para o seu RH
    • RH
    • Recrutamento e Seleção
    • Vídeos
  • Imprensa & Eventos
  • Agende uma Demonstração
Home RH Trabalho temporário: vale a pena investir em minha empresa?
RHRH estratégico

Trabalho temporário: vale a pena investir em minha empresa?

por Marcelo Braga 1 de abril de 2022
escrito por Marcelo Braga 1 de abril de 2022
trabalho temporário

A opção por trabalho temporário não é consenso entre dirigentes da maioria das organizações. Afinal, estruturar as relações de trabalho dessa maneira exige justificar essa escolha de forma consciente e contextualizada.

Não se pode perder de vista as particularidades de cada empresa, replicando de forma deliberada experiências positivas de outras organizações. Isso quer dizer que, em cada caso, haverá fatores que advogam a favor e contra um quadro de pessoal composto por trabalhadores temporários.

Conheça, ao longo deste post, os principais pontos positivos e negativos relacionados a trabalho temporário:

Índice de conteúdos

Toggle
  • O que é o contrato temporário?
  • Como funciona o trabalho temporário?
  • Pontos positivos do trabalho temporário:
    • Demandas sazonais
    • Possíveis efetivações
  • Pontos negativos do trabalho temporário:
    • Alta rotatividade
    • Baixo engajamento

O que é o contrato temporário?

O contrato de trabalho temporário está regulamentado pela lei 13.249/2017 e é aquele que a pessoa física é contratada por uma empresa de trabalho temporário que a coloca à disposição de uma empresa tomadora de serviços, para atender a necessidade de substituição transitória de pessoal permanente ou à demanda complementar de serviços.  Os direitos destes trabalhadores estão assegurados pela CLT, tal como o trabalhador fixo. A diferença é que eles trabalharam para uma empresa de trabalho temporário que o aloca para a empresa que está precisando

Como funciona o trabalho temporário?

No caso do trabalho temporário, são feitos dois tipos de contratos: um contrato entre o colaborador e a empresa de trabalho temporário, que o alocará para a empresa que está necessitando dos serviços, e outro entre a empresa de trabalho temporário e a empresa tomadora de serviço.

O colaborador temporário deve ter os mesmos direitos do empregado fixo, ou seja: Carteira assinada, jornada definida, hora-extra, vale transporte, entre outros. Além disso, ele também deverá dispor das mesmas ferramentas de um colaborador fixo da empresa, tais como acesso a refeitório, armários e dependências internas da empresa.

O prazo de um contrato de trabalho temporário pode ser de até 180 dias, consecutivos ou não. Após esse período, pode ser prorrogado por mais 90 dias, consecutivos ou não,  quando comprovadas a manutenção das condições de trabalho que levaram à contratação.

Pontos positivos do trabalho temporário:

Demandas sazonais

Uma das principais características por trás do trabalho temporário é que ele permite ao empregador lidar com as demandas sazonais de trabalho na sua empresa.

No comércio, por exemplo, temos as datas comemorativas e as festas de fim de ano como períodos de maior fluxo de vendas. Isso demanda um aumento no quadro de funcionários por alguns meses ou semanas.

Essa flexibilidade muito tem a contribuir para o crescimento da empresa, uma vez que os custos com pessoal não serão mantidos naqueles meses do ano de menor rendimento.

A condição de manter um número de colaboradores condizente com a demanda de trabalho impacta positivamente as contas da empresa e viabiliza importantes investimentos.

Possíveis efetivações

O trabalho temporário, além de dar conta de demandas pontuais de trabalho, pode servir como um período de experiência um pouco mais estendido para o colaborador. Trata-se de uma chance importante para o colaborador apresentar competências e habilidades interessantes para a organização.

Nas situações em que há interesse mútuo entre as partes pela efetivação, não existe nenhum custo adicional a ser pago pelo empresário. Para além disso, existem mais chances de haver resultados positivos para empresa, uma vez que o desempenho do colaborador foi posto à prova no período de contrato temporário.

Pontos negativos do trabalho temporário:

Alta rotatividade

O principal ponto negativo ligado a um vínculo empregatício temporário reside na rotatividade de colaboradores. Isso se deve à preferência do trabalhador, de maneira geral, por contratos permanentes, visando maior estabilidade.

Uma situação de constante rotatividade em uma equipe prejudica fortemente o bom andamento dos processos de trabalho. Em uma situação como essa, são necessárias constantes redefinições de atribuições entre as equipes e um custo de tempo significativo para capacitar novos contratados.

Baixo engajamento

Outro impacto negativo trazido pelos contratos temporários é o baixo engajamento das equipes de trabalho frente às atividades a serem desenvolvidas.

Esse é o pior cenário que pode ser vislumbrado por qualquer gerente. Colaboradores desestimulados, isto é, que não enxergam possibilidade de crescimento na empresa, não entregam tudo aquilo que podem ao trabalho e comprometem os resultados almejados.

A opção por contratar trabalhadores de forma temporária requer um estudo apurado da situação de cada empresa. Sendo essa a escolha, cabe ao empregador ter atenção especial com questões que envolvem gestão de pessoas, visando sempre atenuar eventuais impactos negativos trazidos pelo trabalho temporário.

0
FacebookTwitterLinkedinWhatsappEmail
Marcelo Braga

Fundador e CEO da REACHR. Headhunter desde 2000 (Sócio Fundador da SEARCH, Ex-Sócio Sênior da FESA e Ex-Consultor Michael Page). Anteriormente atuou na indústria automotiva (General Motors e Plascar) e também na Cia. Suzano. Engenheiro Químico – Unicamp e Pós-graduado em Administração de Empresa pela FGV. Professor nas Faculdades Unifaj, Univates e Unisc. É também Conselho da Unicamp Ventures.

postagem anterior
Carta de demissão: o que é, porque e como fazer
próximo post
Ações afirmativas e as mudanças no mercado de trabalho

Você pode gostar também de

Como estruturar um processo seletivo eficiente

30 de setembro de 2026

O futuro do RH no Brasil: como a...

29 de setembro de 2026

Como criar banco de talentos que gera contratações

29 de setembro de 2026

Como calcular custo por contratação na prática

28 de setembro de 2026

9 indicadores de recrutamento e seleção úteis

27 de setembro de 2026

Como usar IA na triagem de currículos com...

26 de setembro de 2026

Como reduzir tempo de contratação com qualidade

25 de setembro de 2026

Quanto custa um processo de recrutamento e seleção...

21 de setembro de 2026

O futuro do RPO no trabalho híbrido: como...

11 de setembro de 2026

Fit cultural: por que ele não deve ser...

24 de agosto de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

Salve meu nome, email e site neste navegador para a próxima vez que eu comentar.

Você pode gostar também:

  • Como estruturar um processo seletivo eficiente

  • O futuro do RH no Brasil: como a inteligência artificial vai transformar o trabalho até 2030

  • Como criar banco de talentos que gera contratações

Assine nossa Newsletter!

Siga-nos no Instagram

Instagram da Reachr

SIGA-NOS NAS REDES SOCIAIS

  • Linkedin
  • Instagram
  • Facebook
  • Youtube

@2019 - Reachr. Todos os direitos reservados.